Prefeitura custeia exames médicos para diminuir a demanda
Para diminuir a fila de espera por exames médicos, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) comprou um pacote de exames médicos, que inclui 150 ressonâncias magnéticas e 660 tomografias. Têm prioridade na realização destes exames os pacientes de urgência e de oncologia. Desde o início de dezembro, um ônibus fretado pela SMS está levando os pacientes para fazerem os exames em São Paulo.
O secretário municipal de Saúde, Hugo Komei Samejima, informa que a cota de exames ofertada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) não atende a demanda do município, o que acarretou a criação de longas filas de espera. “Solicitamos ao SUS o aumento da cota de exames, porém não podemos esperar. O SUS não tem capacidade para atender a demanda, por isso, a Prefeitura está bancando com recursos próprios estes exames de média e alta complexidade para diminuir esta fila de espera”, salienta Samejima.
De acordo com dados fornecidos pela SMS, a demanda média do município por exames de ressonâncias e tomografias é de 50 por mês e o SUS disponibiliza apenas 13 vagas mensais.
Além da compra dos exames, a Prefeitura também fretou um ônibus para levar os pacientes até São Paulo, onde os exames são feitos.
Mamografia em dia
Este ano, a SMS realizou o mutirão da mamografia. De acordo com Isabel Cristina Bonatte, responsável pelo agendamento de exames e consultas fora do munícipio, foram realizadas durante o mutirão 1730 mamografias. “O mutirão zerou a fila de espera. Atualmente temos apenas a demanda mensal”, diz.
Isabel informa que este ano foram agendados mais de 1200 exames pela SMS. Entretanto, um grande problema enfrentado pelo município é a falta dos pacientes aos exames agendados. “Quando o paciente não vai ao exame agendado, a prefeitura perde”, esclarece.

